segunda-feira, 10 de maio de 2010

Luz, câmera...

Você já se sentiu num filme?!

E se você se sente pulando de um filme pra outro... e pior todos de comédia romântica! No mínimo brega, né?!

Pois é... mas é assim que tenho me sentido.

Já passei por “de repente 30” que adeqüei pra “de repente 23”.

De repente me vi com 23 anos querendo voltar a viver meus 16 ou 17. Percebi que magoei alguém no passado e só depois de 5 anos fui realmente me dar conta e me arrepender. A diferença é que no fim não tenho o pozinho mágico que me permite voltar no passado e reescrever minha história pra terminar com o tão clichê e esperado final feliz.

Estive me sentindo também no meu filme predileto “ Meu primeiro amor”. Sim, eu amo esse filme, assisto todas as vezes que passa na sessão da tarde e sempre choro mais que a Veiga. A garotinha tão novinha que ainda não entende seus sentimentos despreza o TJ todo o filme e só se dá conta do seu amor por ele quando ele tragicamente, morre.

Pois é na minha vida, não foi bem meu primeiro amor, aliás isso eu ainda não consegui concluir. Mas eu desprezei. E calma, ele não morreu. Mas eu só fui me dar conta do meu sentimento, quando eu o perdi. Como acontece com 70% da população. (dados tirados da minha insana cabeça).

Agora, me sinto em “encontros e desencontros”. Mas é mais pelo título mesmo. rs. Aquela situação clássica, que o destino parece aproximar as pessoas e mesmo assim um fator ou outro as separam.

Estou totalmente boba com a vida. Meio apaixonada, meio indecisa. Metade querendo correndo atrás do que o destino parece querer, metade me segurando e me fazendo ficar quieta no meu canto.

A verdade é que estou ansiosa pra ver o final desse filme, que por incrível que pareça já têm até fiéis telespectadores na mesma ansiedade. Mas não posso adiantar pro final e o que me resta é me render a máxima e “ dar tempo ao tempo!”.